REFLETINDO SOBRE A VIAGEM

Vamos conversar sobre os principais aprendizados durante a viagem. Escreva comentários mostrando o que que você aprendeu durante os estudo do meio no Quilombo de Ivaporundura e no PETAR.

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26 respostas a REFLETINDO SOBRE A VIAGEM

  1. Najla Nimri diz:

    Acho que aprendemos como os quilombolas resistem contra o projeto de barragens, culturas e costumes sobre eles, curiosidades sobre uma caverna, conflitos sobre ela (como a urbanização ocorre dentro dela), o quão desafiador ela pode ser, trabalhar em equipe (companheirismo), aprender a escutar (colaborar), ter voz na sociedade porque “paz sem voz, não é paz é medo” (Rappa).
    O mais interessante sobre esta viagem é que nos aproximamos de pessoas que nunca pensamos que daria certo, aprendemos que não precisamos sentir medo expressar nossa opinião (não interessa se o pensamento do outro é diferente), também discutimos muito sobre o que é estar “dentro de uma caverna” ou “até estar fora”, mas realmente o que isso significa?
    Para mim “estar dentro de uma caverna” é estar dentro de uma zona de “segurança”, mas ao mesmo tempo você quer sair, então gera uma insegurança. Você vai estar pondo tudo em jogo; então é como se fosse:
    SEGURANÇA X INSEGURANÇA
    TUDO X NADA
    Minha pergunta é:
    onde nós estamos? (dentro ou fora da caverna)

  2. Henrique Mattos diz:

    eu aprendi que cada um tem um tipo de `voz´, aprendi também sobre o tema de resistências que para mim é lutar em algo que você acredita ou pensa, é uma coisa que você não permite alguém tirar de você (nós falamos que é a voz).
    Aumentamos nosso vínculos de amizade com o grupo e com o os professores,
    Aprendemos a trabalhar melhor em equipe para ajudar uns aos outros.
    E para mim isso que foi o mais legal ver um grupo que estava (dentro da caverna, sair da caverna).

  3. lucaslikta diz:

    eu aprendi como os quilombolas “resistem” á construções de barragens que podem destruir o próprio quilombo, também como eles “resistem” contra o preconceito (como o Ditão falou existe preconceito até dentro do quilombo).E como na viagem discutimos bastante sobre a resistência, por mim ela(a resistência) ta em nós,exemplo nas cavernas tinha-nos de controlar nossos medos para mim isso já esta sendo uma resistência.
    Também aumentei minha amizade, trabalho em equipe e meu vinculo com os professores.

  4. Vinicius Crispim diz:

    O conceito de liderança ficou muito forte depois da visita do quilombo, que o líder não é como um governador um líder não faz por remuneração, ter uma visão diferente dos outros e ver os interesses do grupo. Também aprendi que todos tem um limite, mas esses limites podem ser superados. Aprendi que apenas pegar uma área e tomba-lá sem o consentimento dos moradores causa um conflito. No PETAR foi posto em vigor o plano de manejo causando uma diminuição no numero de visitantes no PETAR por dia. Há uma rivalidade entre dois grupos de guias e um grupo monopoliza estas visitações e como o guias vivem disso fazendo um grupo sem meio de renda. Antes do plano de manejo avia um “desrespeito” com as cavernas. Aprendi que quando as pessoas estão vendo as sombras e então dentro da caverna estão vendo uma realidade destorcida estão dentro de um mundo protegido, mas fora da caverna a realidade bate forte fazendo perceber que o está dentro da caverna é falso, vamos pegar como exemplo a mídia que nos apresenta como devemos nos comportar, nos vestir, quais devem ser nossos valore, do que devemos ter medo, nos alegremos e etc. Na realidade tem que resistir em seus valores e quando mais cedo acordarmos para essa realidade melhor, pois quanto mais tarde mais difícil será aceitar que a vida que tinha antes era uma mentira e o impacto será maior.

  5. LEONARDO MENDES HALFOUN 8A diz:

    Aprendemos sobre as condicoes de vida precarias que os quilombolas tem para sobreviver no quilombo e o quanto eles tem que resistir sobre essas condicoes para nao serem abatidos e nao se intregarem a essas mas condicoes.Nos que temos otimas condicoes temos que aproveitar , e avaliar o quanto nos somos privilegiados por isso.

  6. LEONARDO MENDES HALFOUN 8A diz:

    E muito importante que as comunidades quilombolas tenham pricipios como;Postos de saude , escolas , igrejas, e principalmente luz eletrica.E muito importante que esses povos possam se desenvolver, mesmo que for lentamente mas para ter condicoes melhores de vida no futuro.

  7. Ymad Jarrah diz:

    Na viagem, eu vi como os quilombolas resistem a construção de barragens no Rio Ribeira de Iguapé. A construção de uma barragem pode destruir uma cultura que foi trazida de muitos anos e que é preservada ate hoje. Se a barragem for construída, o quilombo ficará inundado e a cultura que tanto protegem em preservam será destruída, a historia e outras coisas do Quilombo de Ivaporunduva serão perdidas, por isso eu admiro muito eles, que por nada, deixarão a historia do Quilombo se desfazer. O líder (conceito que mudou de significado para mim. Antes um líder, para mim, era quem tomava a decisão final, era quem mandava em tudo e etc. Agora sei que no Quilombo o conceito de líder não é nada disso, lá o líder sabe em quem confiar e tem a percepção de saber se algum porta-voz ou alguém do gênero tem uma proposta que prejudicará o Quilombo ou beneficiará o mesmo. No quilombo, os moradores ajudam na decisão final.) Ditão nos contou um pouco da história do Quilombo e respondeu a nossas perguntas.
    Aprendemos sobre espeleotemas (estalactites, estalagmites, helictites), formação das cavernas (percurso que os rios faziam nas cavernas e as historias das mesmas), historia do PETAR (construção do parque que resultou no exilo dos moradores da área e etc.) e é claro, resistências . Cada um enfrentou seus medos (no boiacross e nas cavernas) e resistiu a eles. Na viagem houve também muito trabalho em grupo.

  8. No quilombo nos aprendemos MUITAS coisas como: Modo de vida, economia, a importância de um líder, desigualdade social.
    O que mais me chamou a atenção foi quando o Titao disse que quando alguém chega no quilombo querendo mudar coisas por la, e o lider percebe que se isso acontecer o quilombo nao cotinuara sendo um quilombo… e sim mais alguma coisa modificada pela mao do homen do futuro.
    No petar pude entender melhor o conceito de dentro e fora da caverna, principalmente quando apagamos todas as luzes.

  9. Wellington diz:

    Aprendemos sobre a resistência dos quilombolas, cultura, econômia, etc. Aprimoramos o conceito sobre Cavernas como a formação, os espelhotemas e a ação da água em uma caverna. Outro aspecto importante foi a comunicação, “VOZ”, a importância de resistirmos para não nos tirarem isso. Aprendemos também a trabalhar mais em equipe, um ajudando o outro nas dificuldades. Aumentamos a comunicação. Foi fundamental a confiança do grupo, pois as pessoas que tinham facilidade em se expressar ajudaram as que não tinham, é melhor, essas pessoas (Que não se falavam muito) confiaram umas nas outras e os que não participavam, aprenderam a se expressar.

  10. Carolina Stabel diz:

    Em primeiro lugar eu queria falar sobre o grupo: Trabalhamos muito em equipe (praticamente a viagem toda), a confiar no outro, pensar no próximo, ajudar o próximo e aumentamos muito nossa relação social.
    Para nós conseguirmos o que queremos, precisamos ter voz, precisamos expressar o nosso sentimento, o nosso pensamento e o mais importante: A resistir.
    Quando entramos no Quilombo de Ivaporunduva, não acreditei, pois pensei em um lugar totalmente diferente, pensava em um lugar MUITO simples, sem nada, mas não, é um lugar com sinal de televisão, sinal de internet… Eu gostei de como eles convivem um com o outro, como se tratam, como dividem as coisas e muito mais.
    EU SIMPLESMENTE AMEI ESSA VIAGEM!!!!!!!!!!!!!!!

  11. Mariana Laselva diz:

    Ter estudado sem ter vivido a experiência de estar no lugar, pra mim são coisas distintas. Mesmo tendo o retorno dos meus amigos, dos comentários e tendo lido o guia de campo, não me sinto a vontade para colocar a minha experiência pessoal, pois não tive.

  12. Luiz Eduardo diz:

    eu não fui la(mas se alguem filmou me mostra) mas acho que eu ia aprender sobre o grupo o jeito que a gente trabalhou em equipe pra fazer tudo naquela caverna.
    mais importante naquilo: se resistir.
    o quilombo só tinha afro americanos mas sério, eles sabem como sobreviver na mata(eu vi na internet) só espero que eles tenham um futuro melhor pra eles.

  13. Fernando diz:

    No começo achei que todas as cavernas iriam ser fácil como a do Diabo porém não eram e isso exigiu uma grande ajuda em grupo não só para todos do grupo mas para dar força para aqueles que tinhão medo e que no final conseguiram vencer esse medo.
    No quilombo,eu esperava outra coisa tipo uma aldeia de índios,não um espaço com casas que estão a altura de casas de cidades do interior de SP,não esperava mesmo,quanto ao Ditão acho que o clima ali entre nos,palestrante e aluno foi ótimo,tiramos nossas duvidas,fizemos nossa perguntas que elaboramos com o Wagner ,enfim foi ótimo!
    E para mim a palavra que marcou essa viajem foi: COLABORAÇÃO

  14. Maria Clara diz:

    Para mim o projeto foi super interessante, pois nos aprendemos que tanto os quilombolas quanto os habitantes do PETAR tem que resistir a diversos desafios, como por ex os quilombolas que vem resistindo ao projeto da barragem do rio Ribeira de Iguape á anos, e ainda aprendi muitas outras coisas, como diversas curiosidades sobre cavernas, sua formação, etc, ate no dia do boia cross houve muito aprendizado, nos aprendemos a trabalhar em grupo, pois nenhum de nos teria chegado ao fim sem a ajuda de um amigo, tambem aprendemos a usar a nossa VOZ , pois mesmo tendo paz e tranquilidade, se não podemos expressar nossa opinião não adianta nada, como diz no refrão da música “Paz sem voz não é paz é medo”
    Eu acho que muitos de nos ja saimos da caverna com estes poucos aprendizados, imaginem se aprofundarmos mais ainda na matéria😀

  15. Giulia Loschiavo diz:

    A visita ao Quilombos me trouxe muitas surpresas,pois pensava que o modo de vida era totalemente diferente,que seus custumes eram incomuns e pude percerber e aprender pincipalmente com a palestra do Ditão que a VOZ e a RAÇA são a que predominam.Desde de antigamente o povo quilombola aprendeu a expressar a sua voz diante dos “diferentes”,com a questão da liderança,união,esperança e sua força.Entao pude refletir que para eu ser reconhecida e defender os meus direitos seja qual eles forem,preciso expressar a minha voz com liderança e principalmente proteger a mim como o Ditão faz ao seu povo.Esses atos que pude observar tem relação com a musica do Arnaldo Antunes “Os Inclassificaveis” no trecho “Não tem deus,tem deuses,não tem cor,tem cores,não há sol a sós”, e a musica do Rappa “Minha Alma” no trecho”Pois paz sem voz,não é paz é medo”
    A ida ao Petar,foi algo estranho,diferente da minha realidade e do que pudia imaginar.Ao chegar em uma caverna,pude perceber que não ia ser facil ia ser realmente uma resitencia para mim.Quando entrei na caverna veio a minha cabeça o que todos os professores haviam falado um dia antes da nossa viagem sobre a questão de enfrentar seus medos e desafios.Um projeto que me fez refletir sobre algo que nunca pensei na minha vida,trazer para São Paulo um companherismo entre meus amigos,a colaboração de sempre ajudar o proximo,algo estranho e que vou levar para toda a minha vida,pois isso nao é so um projeto qualquer da escola vai muito além disso…a questão é que aprendemos uma LIÇÃO DE VIDA.
    Peguei como exemplo o poema de Bertold Brechet “A Exceção e A Regra” que para mim tem tudo a ver com o Petar nesse pedaço:”Estranhem o que não for estranho.” “Sintam_se perplexos ante o cotidoano”

  16. Júlia Abud diz:

    De tudo o que aprendemos no projeto, foi muito importante que todos esses aprendizados tiveram ligação, desde a atividade de lançamento até o último dia no PETAR.
    Discutimos sobre paz sem voz na música do Rappa, que foi abordada no mito da caverna de Platão; “Estranhem o que não for estranho” no poema A Exceção e a Regra de Bertold Brechet, que também identificamos no mito; As palavras de Martin Luther King abriram nosso preparo para o trabalho de campo como um conselho para seguirmos nossos sonhos e sairmos de nossas cavernas.
    Ir ao quilombo de Ivaporunduva e ouvir as histórias contadas pelo Ditão de como é a vida na comunidade negra e todas as suas resistências à tecnologia tanto quanto uma televisão como o projeto de barragem foi marcante. Ouvimos falarem sobre preconceito e racismo, retomando a letra de Arnaldo Antunes na música “Os Inclassificáveis”. Aprendemos como a cultura e a união mantida naquele quilombo desde anos atrás, pelos escravos, é preservada até hoje. E como aquelas pessoas vencem forças aparentemente mais fortes do que elas mesmas só prova que eles, os quilombolas, como qualquer manifestação parecida, são muito mais fortes do que qualquer projeto de barragem, de qualquer preconceito que sofrem fora daquele lugar. Ditão nos contou que, sem saber a norma culta da língua, sem ter estudado, foi para Brasília lutar pelo povo do seu quilombo e mostrou como estava disposto a lutar, com paz COM voz, pela sua cultura.
    Pudemos ver como é a população da região, os planos de manejo do PETAR e tanto a parte dos espeleotemas e a flora das cavernas, como a comparação entre uma caverna real e o mito de Platão. Experimentamos o ‘blackout’ em todas as cavernas, passamos por desafios, nos surpreendemos a casa obstáculo vencido, refletimos sobre tudo o que discutimos e a cada dia, tanto em cada um, como em grupo, mudamos e, talvez não estejamos totalmente fora da caverna, mas a caminho, deixando a ilusão e escalando de cara para a saída.

  17. Gabriel Leite diz:

    Aprendi diversas coisas durante a viagem, e conceitos como Liderança,Segurança, Resistências.Aprendi também que um quilombo vai avançando com as “épocas”, como seu próprio simbolo demonstra.
    Mas acima de tudo a palavra que significou mais para mim (ou seja, entendi melhor) é a EQUIPE.

  18. Isabella Toledo diz:

    Eu acho que foi muito boa essa viagem tanto pra nossa sala virar o 8º ano e nao mais 8º A 8ºB
    Vivenciar o que estamos aprendendo,ouvir uma palestra no propio local estudado tambem facilita muito os estudos
    Na minha opinião os principais aprendizagens (resumidamente)foram alguns custumes e caracteristicas dos quilombolas e dados sobre as cavernas como formação estalactites estalagmites e etc

  19. Yuri Kadaoka diz:

    Eu aprendi alem das realidades do quilombo o do perico que estao lhe fazendo , eu tbm aprendi realmente o que e resistencia e outa coisa importante e a questao da caverna! Alem de conhecermos uma caverna ! Tambem tem a questao de estar dentro ou fora da caverna e com as reflexoes la ru aprendi realmente o que signifaca

  20. Sophia Leão 8° b diz:

    Eu aprendi que mesmo com suas dificuldades devemos continuar resistindo e lutando para o que queremos. Como um grande exemplo os quilombolas, que mesmo com os preconceitos dos outros e mesmo sendo uma comunidade “pequena” eles foram até o final para conseguirem o que queriam: seu espaço, sua cultura, respeito dos outros, sua história e sua terra…
    Nas cavernas descobrimos quais são os nossos medos e o que nós e nossos colegas resistimos! Desse modo nos conhecemos melhor (colegas e a nós mesmos). E uma grande aprendizagem que agora todos os dias eu me pergunto: Estou dentro ou fora da caverna?

  21. Mateus diz:

    Eu aprendi que o mundo em que vivemos em um mundo diferente do que pensamos. O mundo en que vivemos eh um mundo que vive em conflito mas nunca em paz

  22. Sanger diz:

    Eu aprendi bastante nesta viagem, desde a palestra com o Ditão até as cavernas eu acho que o grupo foi muito amigo, agudou bastante os outros e até quem nao era muito amigo

  23. Francis Berl diz:

    Os quilombolas deram uma valiosa lição, pois resistem há muito tempo, contra o preconceito e lutam para manter sua cultura.
    Agora estão enfrentando corajosamente o problema da construção da barragem, mostrando união de um povo para o bem comum e do meio ambiente.

  24. Leonardo Santos 8B diz:

    Eu aprendi nesta viagem que o simples fato de ter medo da realidade ja define que isso significa que voce nao vive em paz e sim em guerra contra seu medo.

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